domingo, 8 de novembro de 2009

É isso...

Direito de sentir, liberdade para se deixar levar, dever de aceitar

Estrada conhecida, nem por isso definida
Ainda causa euforia, ao feliz se atravessar

Com tropeços se vai andando,
Mesmo pela sombra, como a sorte assim achar
Pegue meus cacos no caminho, sempre e devagar

O conforto pra distância já está longe,
O tempo por estar longe, só passa mais devagar
O que devagar fica é somente sua falta
É a falta que me faz, poder sempre te olhar

Dor chata que dá no peito,
Que sua voz não conforta mais
Mas sua presença faz passar,
O que com lembranças tento disfarçar,
Mas que só seu beijo pode curar

Assim fico a espera
De qualquer chance para ir
Ir te ver e te abraçar
Até ter que te ver partir
O que mil versos não diriam
A pior dor que posso sentir

Não há calçado que previna
O que o pé há de encontrar
Nem tão pouco que abrevie
O que nos faz brilhar os olhos
Por poder acreditar
Que me tenha despertado
Quando triste adormecido
Que acordei pra te achar


Eu

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